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NR 35 – TRABALHO EM ALTURA

  • MÓDULO 1 – Introdução e Fundamentos das Normas Regulamentadoras
    • INTRODUÇÃO
    • 1. Boas-vindas e Orientações de Estudo
    • 2. O que são Normas Regulamentadoras (NRs)?
    • 3. Classificação das NRs: Entendendo o Mapa da Segurança do Trabalho
    • 4. È Obrigatório Seguir as NR’s?
    • 5. Caso Descumprir alguma NR?
  • 2° Módulo - Entendendo a NR 35
    • 1. Vamos falar sobre a NR 35?
    • 2. Campo de Aplicação e Definições
    • 3. Responsabilidade da Organização
    • 4. Responsabilidade do Trabalhador
    • 5. Capacitação e Treinamento
    • 6. Planejamento, Supervisão e Emergência
    • 7. Normas e Regulamentos Aplicáveis
  • 3° Módulo - Equipamentos e Sistemas de Proteção em Altura
    • 1. Diferença entre proteção coletiva e individual
    • 2. EPIs obrigatórios e cuidados de uso e inspeção
    • 3. Sistemas de ancoragem, linhas de vida e talabartes
    • 4. Conceito de zona livre de queda (novo glossário 2025)
    • 5. Inspeção, conservação e substituição de equipamentos
    • 6. Conduta em situação de emergência e primeiros socorros
  • 4° Módulo - Gestão de Risco e Procedimentos Específicos
    • 1. Glossário da Norma (NR 35/2025)
    • 2. Anexo I – Acesso Por Cordas
    • 3. Sistemas, Equipamentos e Procedimentos de Proteção Coletiva
    • 4. Acidentes Típicos em Trabalho em Altura
    • 5. Riscos Potenciais Inerentes ao Trabalho em Altura e Medidas de Prevenção e Controle
  • 5° Módulo
    • ANÁLISE DE RISCO E CONDIÇÕES IMPEDITIVAS
    • ACESSO POR CORDA PARA TRABALHOS EM ALTURA
    • EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PARA TRABALHOS EM ALTURA DE ACESSO POR CORDA
    • ESTRUTURAS E OS EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS PARA SE REALIZAR UM TRABALHO EM ALTURA
    • GUIA DE NÓS
  • 6° Módulo
    • Como Concluir o Curso e Imprimir o Certificado.

ANÁLISE DE RISCO E CONDIÇÕES IMPEDITIVAS

 

 

O risco de queda é um conceito fundamental que deve ser dominado quando se realizam trabalhos em altura.

A gravidade de uma queda depende de diversos fatores:

  • A massa do usuário e seu equipamento: quanto maior for a massa, maior será a energia a ser dissipada durante a queda.
  • A altura da queda: quanto maior a altura, maior será a dissipação de energia. O risco de bater contra qualquer obstáculo também será maior.
  • A posição da ancoragem: quando o trabalhador ultrapassa o ponto de ancoragem, a gravidade da queda aumenta. O conceito de fator de queda se utilizar para descrever a posição do trabalhador em relação à ancoragem e a gravidade da queda. Este conceito se aplica às situações de escalada, retenção de sujeição, com um elemento de amarração de corda dinâmica.

Precauções em função do sistema utilizado: As fichas técnicas estabelecem os limites de utilização dos dispositivos, especialmente em quanto a altura da queda e o posicionamento de trabalho em relação a ancoragem

Limitar os efeitos da suspensão inerte: Em caso de queda com perda de consciência, que incapacite ao trabalhador, a suspensão inerte no cinturão representa um perigo vital que deve ser tratado com urgência. Os equipamentos de trabalho devem estar equipados e configurados para evacuar a vítima.

Evacuação da vítima sem ajuda: Os procedimentos de evacuação de trabalhadores deve ser especificados quando se cria um novo local de trabalho.

A instalação das cordas de trabalho pode incorporar sistemas removíveis para permitir a evacuação desde baixo.

O trabalho em solitário deve ser evitado: o trabalhador pode executar sozinho um trabalho em altura, mas pelo menos uma pessoa formada em evacuação deve estar presente e equipada no local de trabalho.

Quanto a RETENÇÃO: Um sistema de retenção permite delimitar um espaço de trabalho que impeça ao trabalhador entrar em uma zona de risco de queda. Este tipo de dispositivo não esta destinado a deter uma queda em altura.

Quanto a RESTRIÇÃO: Um sistema de posicionamento limita ao usuário e lhe permite se posicionar com precisão em apoio ou em suspensão. Este sistema de restrição deve ser completado por um sistema contra queda.

Utilização correta do TRAVA QUEDAS: Um sistema contra queda é um dispositivo de travamento, independente do modo de progressão ou de restrição, conectado a uma linha de via e ao ponto de engate “A” (trava queda) do cinturão.

Este sistema não impede a queda livre. Sua função consiste em deter a queda, limitando a força do impacto suportada pelo usuário. Sempre deve ser utilizado prevendo a queda livre com uma margem de segurança entre os pés do trabalhador e o chão.

Limitação de força de impacto: absorção de energia. Um sistema anti queda deve garantir que a força de choque suportada pelo usuário não exceda os 6 kN.

Um sistema anti queda inclui geralmente um absorvedor de energia. Os absorvedores estão desenhados para limitar a força de choque, para uma altura de queda máxima predefinida, e nas condições especificadas em sua ficha técnica.

Um talabarte de corda dinâmica possui pouca capacidade de absorção de energia. Sua utilização requer extremar as precauções: reduzir a altura da queda potencial e respeitar uma posição de trabalho por baixo do ponto de ancoragem (Fator <1)

Um talabarte de fita ou de cabo de aço, sem capacidade de absorção de energia, não pode ser utilizado como trava queda.

Distância para deter a queda e zona livre de queda: Zona livre de queda é a altura de segurança mínima requerida que deve prever-se por debaixo de um sistema anti queda, evitando que o usuário bata no chão ou um obstáculo durante a detenção da queda.

A altura necessária varia em função do sistema utilizado (talabarte com absorvedor de energia, trava queda deslizante…), do peso do usuário e da sua posição com relação ao ponto de ancoragem.

A Zona Livre de Queda (ZLQ) deve considerar:

A – Distância de parada dos dispositivos móveis ou a longitude do talabarte

B – Longitude de desgarre do absorvedor de energia

C – Altura média do usuário

D – Margem de segurança

E – Alongamento eventual do suporte (elasticidade da corda):

A estimativa de ZLQ é especificada na ficha técnica de cada dispositivo.

Zona livre de queda é a altura de segurança mínima requerida que deve prever-se por debaixo de um sistema anti queda, evitando que o usuário bata no chão ou um obstáculo durante a detenção da queda.

A altura necessária varia em função do sistema utilizado (talabarte com absorvedor de energia, trava queda deslizante…), do peso do usuário e da sua posição com relação ao ponto de ancoragem.

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